Sob olhares do governo brasileiro, Milei chega a Santa Catarina neste sábado para participar de fórum conservador

Presidente argentino se encontrará com Bolsonaro, mas não tem agente prevista com Lula; Itamaraty e Planalto temem que discurso piore a crise diplomática entre os dois países

MARTIN DIVISEK/EFE/EPA

No domingo, às 16h, Milei discursará na Conferência da Ação Política Conservadora (CPAC), em Balneário Camboriú

O governo argentino notificou oficialmente o Itamaraty sobre a visita do presidente Javier Milei ao Brasil, classificada como privada. Milei rejeitou o auxílio do Ministério das Relações Exteriores do Brasil e receberá apoio do governo de Santa Catarina. Ele chega neste sábado (6) e retorna amanhã, sem previsão de encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O ex-presidente Jair Bolsonaro, que desembarcou em Balneário Camboriú nesta sexta-feira (5), tem um encontro agendado com Milei. Bolsonaro participará de um evento a partir das 7h30 da manhã e, à noite, se reunirá com o governador Jorginho Mello, onde será oferecido um jantar a Milei. Aliados de Bolsonaro convidaram o presidente argentino para assistir a uma partida da Copa América entre as seleções do Uruguai e do Brasil. Ambos estarão hospedados no mesmo hotel em Balneário Camboriú.

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No domingo, às 16h, Milei discursará na Conferência da Ação Política Conservadora (CPAC), um congresso de conservadores na cidade. O Itamaraty e o Palácio do Planalto acompanham de perto o evento, atentos ao tom que o argentino adotará em seu discurso. Há especulações de que ele abordará as eleições argentinas e a suposta interferência do governo brasileiro. A expectativa é que Milei não escale os insultos contra Lula, evitando uma resposta diplomática dura do Brasil. A relação diplomática entre os dois países já é tensa, apesar de recentes colaborações comerciais, como a ajuda brasileira em questões de gás para a Argentina. A visita de Milei, mesmo que privada, é vista com cautela pelo governo brasileiro, que monitora de perto os desdobramentos e possíveis impactos nas relações bilaterais.

*Com informações do repórter Bruno Pinheiro

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