Tarcísio: ‘Se não enfraquecermos o crime organizado, ele acaba conosco’

Governador participou do programa ‘Direto ao Ponto’ na última segunda-feira (26)

Reprodução/Jovem Pan

Entrevista foi na última segunda-feira (26) para o programa ‘Direto ao Ponto’

O Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, em entrevista na última segunda (26), para a Jovem Pan, abordou as ações de segurança pública que têm sido implementadas para combater o crime organizado, especialmente o Primeiro Comando da Capital (PCC). Entre as medidas destacadas, estão a Operação Escudo na Baixada Santista e a colaboração com o Ministério Público e a Secretaria de Segurança na Cracolândia, que resultaram na asfixia de R$ 8 bilhões em recursos do crime organizado. O governador enfatizou a importância de enfrentar o crime organizado para evitar que ele se infiltre em atividades lícitas, como o mercado de combustíveis, usinas de etanol, e contratos de prestação de serviços com prefeituras.

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O governador também comentou sobre as críticas recebidas em relação à letalidade das operações, explicando que as ações são baseadas em inteligência para serem mais assertivas e evitar confrontos desnecessários. No entanto, ele reconheceu que, em algumas situações, o confronto é inevitável, como na reconquista de territórios dominados pelo crime. Ele citou o exemplo das comunidades da Baixada Santista, onde barricadas foram removidas durante a Operação Verão. O governador destacou que a maior violência aos direitos humanos é a imposição do tráfico sobre as pessoas, e que as operações têm tido repercussão positiva entre os moradores dessas áreas.

Além disso, o governador mencionou a relação entre a Cracolândia e a Favela do Moinho, que funciona como um bunker para o armazenamento e distribuição de drogas. Ele detalhou a estratégia de asfixiar financeiramente o crime organizado, fechando estabelecimentos utilizados para lavagem de dinheiro e transformando-os em equipamentos de interesse social, como habitações e delegacias. O governador ressaltou a importância da colaboração entre diversas agências, como o Ministério Público, Receita Federal e Estadual, e as polícias, para combater o ecossistema criminoso e evitar que o crime organizado se torne ainda mais poderoso, assumindo contornos de milícia e destruindo a economia do estado.

Por fim, o governador reafirmou o compromisso de seu governo em continuar investindo em tecnologia e inteligência para aprimorar as operações de segurança pública. Ele destacou que a luta contra o crime organizado é uma prioridade e que os esforços conjuntos das diversas agências envolvidas são essenciais para garantir a segurança e o bem-estar da população.

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