Lula vai se reunir com Gabriel Boric no Chile para firmar acordo sobre extração de minerais

Presidente brasileiro embarca neste domingo para uma visita oficial de dois dias; não haverá temas proibidos no encontro, mas questão da Venezuela não será o foco principal

Ricardo Stuckert/PR

Lula e Gabriel Boric são de esquerda, mas discordam sobre alguns pontos a respeito da Venezuela

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) embarca neste domingo (4) para uma visita oficial de dois dias ao Chile. Na segunda-feira (5), ele se encontrará com o presidente chileno Gabriel Boric para assinar uma série de acordos nas áreas econômica, social, ciência e tecnologia, defesa da democracia, direitos humanos, inovação, educação e saúde. A secretária de América Latina e Caribe, embaixadora Gisela Padovan, afirmou que não há temas proibidos no encontro, mas destacou que a questão da Venezuela não será o foco principal das discussões.

A situação na Venezuela, no entanto, permanece um ponto sensível. O presidente venezuelano Nicolás Maduro expulsou diplomatas de vários países, incluindo Chile, após acusações de fraude eleitoral. Gabriel Boric classificou a medida como uma profunda intolerância à divergência, essencial em uma democracia, e defendeu a publicação dos registros de votação para garantir a transparência. Lula, por sua vez, já manifestou a necessidade de apresentação das atas eleitorais, mas ainda não se posicionou claramente sobre a reeleição de Maduro.

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Além dos encontros diplomáticos, o petista terá reuniões com empresários dos dois países. Apesar das divergências entre os presidentes sobre temas como a guerra na Ucrânia, a questão venezuelana será inevitável. Analistas destacam que, embora ambos os líderes sejam de esquerda, Boric tem uma postura mais crítica em relação ao regime venezuelano. Observadores esperam que o presidente chileno possa influenciar positivamente o governo brasileiro a adotar uma posição mais firme sobre a situação na Venezuela.

*Com informações da repórter Luciana Verdolin

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