Reforma tributária enfrenta dificuldades no Senado por falta de consenso

Proposta que foi aprovada pela Câmara dos Deputados chegou no dia 7 de agosto, com um pedido de urgência feito pelo Executivo

TON MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

Fernando Haddad, chegou a apoiar a ideia de retirar a urgência, mas acabou sendo persuadido pelo presidente da Câmara, Arthur Lira

A partir de hoje, (23), o principal Projeto de Lei Complementar (PLP) que visa regulamentar a reforma tributária no Senado começa a travar a pauta de votações, devido à falta de um consenso entre o governo e o Congresso. A proposta, que foi aprovada pela Câmara dos Deputados, chegou ao Senado no dia 7 de agosto, com um pedido de urgência feito pelo Executivo para acelerar sua análise. Embora o PLP tivesse um prazo para ser discutido até 22 de setembro, senadores solicitaram a retirada da urgência, argumentando que o período eleitoral tornaria a avaliação da proposta mais complicada.

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Apesar disso, o governo decidiu manter a tramitação em ritmo acelerado, sem considerar a solicitação dos parlamentares. Davi Alcolumbre, presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), ainda não designou o senador Eduardo Braga como relator do projeto. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, chegou a apoiar a ideia de retirar a urgência, mas acabou sendo persuadido pelo presidente da Câmara, Arthur Lira, a mudar de posição.

*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Fernando Keller

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