Há desde cartazes improvisados com pedidos de “Fora STF”, camisas com imagens simulando o ministro preso e pedidos de anistia para os presos pelos atos golpistas de 8 de Janeiro
Desta vez, não houve o mesmo pedido e o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) chegou a afirmar que faixas pedindo o impeachment do ministro estão “liberadíssimas”
Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) começaram a se reunir desde a manhã deste sábado, 7 de Setembro, na Avenida Paulista onde, às 14h, será realizado ato organizado pelo pastor Silas Malafaia, que tem como um dos motes o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Além das cores verde e amarela já tradicionais em manifestações de direita, os grupos trazem, desta vez, cartazes e camisas contra Moraes e o STF. No último grande ato realizado na Paulista, em fevereiro deste ano, o ex-presidente pediu que os manifestantes não levassem recados nesse sentido. Desta vez, não houve o mesmo pedido e o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) chegou a afirmar que faixas pedindo o impeachment do ministro estão “liberadíssimas”.

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Há desde cartazes improvisados com pedidos de “Fora STF”, camisas com imagens simulando o ministro preso e pedidos de anistia para os presos pelos atos golpistas de 8 de Janeiro, quando os prédios dos Três Poderes foram invadidos e destruídos. A manifestação também é utilizada por candidatos, inclusive de outras cidades, e apoiadores deles. Ambulantes vendem, por exemplo, produtos com a marca e o número de Pablo Marçal, candidato à Prefeitura de São Paulo. Bonecos representando Bolsonaro e o ex-presidente norte-americano Donald Trump e até um sósia de Javier Milei com um carro pintado nas cores da Argentina apareceram no local. No trio elétrico do evento, devem discursar: a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), os deputados federais Bia Kicis (PL-DF), Gustavo Gayer (PL-GO), Julia Zanatta (PL-SC), Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Nikolas Ferreira (PL-MG), o senador Magno Malta (PL-ES), o próprio Malafaia e, para encerrar, Jair Bolsonaro. O religioso deve ficar responsável pelo discurso “mais duro” contra Moraes, a quem chama de “ditador”.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Publicado por Marcelo Bamonte
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