“São ciclos, tanto a Seleção quanto o Paris Saint-Germain. Eu já venho vivenciando alguns ciclos na minha carreira e a gente sabe que o tempo passa e as coisas vão mudando, principalmente em grandes clubes e seleções. (…) Um jogador para ele ser grande, ele tem que saber cada vez mais se adaptar nesses momentos.”, disse o zagueiro, em entrevista coletiva nesta quarta-feira.
“Acho que todos os jogadores que aqui estão, mesmo que sejam jovens, são jogadores de muita inteligência para terem chegado até aqui, sabem se adaptar da melhor forma e aprender o mais rápido possível.”, completou.
Coletiva de Imprensa da Seleção Brasileira: 19/06/2024 https://t.co/dy8MYN8RCw
— CBF Futebol (@CBF_Futebol) June 19, 2024
Falando mais sobre a preparação do Brasil, Marquinhos classificou o período que antecede a Copa América como muito positivo:
“Foi um tempo de preparação muito produtivo, penso que principalmente para o professor, para nós jogadores, de ver muita coisa, testar muita coisa. Falando de mim, pude colher muitas informações. (…) Penso que para um começo de competição, de ciclo, foi muito favorável.”, concluiu o jogador.
Marquinhos é um dos jogadores mais experientes da Seleção. Aos 30 anos, ele caminha para sua quinta Copa América, tendo vencido a competição apenas uma vez, em 2019. O Brasil estreia no torneio continental na próxima segunda-feira, às 22h (de Brasília), contra a Costa Rica.
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