Biden contesta dados econômico da China na “Time”


Presidente dos EUA é capa da revista norte-americana; a edição impressa será publicada em 24 de junho

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden (Democrata), contestou o crescimento econômico da China, afirmando que “todo mundo fala sobre o quão forte e poderoso” é o país asiático. Para ele, porém, a economia chinesa está “à beira do precipício”.

“A ideia que a economia deles está crescendo? Faça-me o favor”, afirmou o democrata em entrevista publicada pela Time nesta 4ª feira (4.jun.2024). Biden é o destaque da próxima capa da revista norte-americana. A edição impressa será publicada em 24 de junho.

Copyright
Reprodução/Time – 4.jun.2024

“Se ele ganhar”, diz o título da capa da “Time” (imagem) com o presidente dos EUA, Joe Biden

Na reportagem, intitulada Somos a potência mundial. Como Joe Biden lidera” (na tradução livre), a publicação afirma que o líder norte-americano deve aproveitar o que ele descreve como “fraqueza econômica da China” para expandir as alianças dos Estados Unidos com países no Leste Asiático.

Durante a entrevista, realizada em 28 de maio na Casa Branca, Biden também falou sobre a iniciativa Belt and Road (cinturão e rota, da tradução livre), apresentada pelo presidente chinês, Xi Jinping, em 2013 que tem o objetivo de formar uma rede de infraestrutura global, principalmente no setor de transportes, para distribuir a produção mundial.

Ela também e conhecida como nova Rota da Seda”. Possui 147 países integrantes, incluindo Argentina, Chile e diversos países africanos. O Brasil negocia a participação.

O democrata afirmou que a iniciativa se tornou um cemitério de incômodos e descartou a ideia de que ela tenha sido bem-sucedida em ajudar a China a rivalizar com a influência que os EUA tem sobre outros países.

Venho dizendo isso há 3 anos, e vocês escrevem: ‘Não, a China está no caminho certo, a China vai avançar’. Onde eles estão se destacando? Vejam o que está acontecendo na África, disse.

Biden também comentou sobre uma eventual interferência da China nas eleições dos Estados Unidos, marcadas para 5 de novembro.

Disse que existem evidências de intromissão chinesa no pleito. Segundo ele, a nação asiática “teria interesse em se intrometer” e que “todos os caras do mal” torcem por Donald Trump (Republicano) no pleito.





Source link

Você pode gostar

Mais do autor

+ There are no comments

Add yours

Leave a Reply